Roberto e seus eternos carrões|Jason Vogel & Marco Rocha


Por Jason Vogel e Marco Antonio Rocha

Se você pretende saber quem Roberto Carlos é, seus carros podem lhe dizer. Na época em que o cantor vivia cercado por brotos nas festas de arromba, sua garagem já estava cheia de máquinas quentes. Agora, o Rei completa 50 anos de carreira e relembramos suas muitas carangas, cujas histórias são ligadas à trajetória do artista. 

Até hoje, Roberto é da tribo da gasolina nas veias e tem um gosto peculiar por automóveis. Essa paixão nasceu bem antes de sua primeira composição sobre o tema, em parceria com Erasmo Carlos: “Parei na contramão”, de 1963. Nos tempos de  menino em Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, a imaginação de Roberto não o levava a palcos diante de multidões, mas a oficinas repletas de carros. Queria ser mecânico, era fascinado por caminhões.  

O Rei tem um Cadillac série 62 conversível, ano 1960. É um
“brinquedo” já foi de Fittipaldi.

O tempo que sobrava era dedicado às aulas de piano. O garoto de voz afinada se apresentou na rádio local e ganhou gosto pela música. Veio para o Rio, viu sua vida mudar completamente. O sonho de ter carrões, porém, continuava o mesmo. Foi com o dinheiro ganho nos estúdios e nos palcos que comprou o primeiro automóvel: um Fusquinha 1200 bege, modelo 1960, com  forração vermelha e três anos de uso. Para uma rapaz de família humilde, estava ótimo. Mas Roberto queria mais. 

O LP “Splish Splash” engrenou. Ainda em 1963, o cantor foi a uma agência na Tijuca e saiu de lá com um Chevrolet Bel Air branco, ano 1955. A cor do interior? Vermelha. Diante do fascínio atual do Rei pelo azul, dá para concluir que sua mania mudou apenas de cor… O Chevrolet durou pouco nas mãos do artista – foi danificado num acidente perto de Três Rios. Mas a atração de Roberto por automóveis seguiria perene como seus sucessos.

Em 1965, comprou outro Fusca, seu primeiro zero-quilômetro. Nas rádios, dividia espaço com os Beatles e aumentava sua legião de fãs pelo Brasil afora. Ainda não tinha um milhão de amigos, mas já cantava muito pneu por aí ao lado do maior de todos os companheiros. Com a palavra, o amigo de fé, irmão camarada… Erasmo Carlos! 

– A mulherada caía em cima. Ficava assanhada que só vendo, bicho – diverte-se o Tremendão, que já teve um Rolls-Royce, mas hoje se satisfaz com um prosaico Toyota Corolla. – As pessoas acham que eu tenho um esportivão vermelho, mas automóvel para mim virou apenas meio de transporte. Já o Roberto continua fissurado em carros até hoje… 

Roberto e Seus Eternos Carrões

A carreira de Roberto acelerou de vez com o LP “É proibido fumar”, de 1964, que trazia outro mega-hit automobilístico: “O calhambeque”. Era uma versão de Erasmo para a o rock americano “Road hog”.
Com a criação do programa  Jovem Guarda, na TV Record, em 1965, vieram mais fama, dinheiro e carangas importadas. Naquele mesmo ano, Erasmo citava esta fase automobilística na letra de “Festa de arromba”: “Vejam quem chegou de repente / Roberto Carlos em seu novo carrão!”. 

Em 1966, o Rei posava com a frota. Em destaque, um Oldsmobile Cutlass conversível, novo em folha, vermelho com forração branca. Tinha ainda um Impala 1964 e uma exótica limusine Cadillac Fleetwood 1962.

Numa entrevista, Roberto  justificava a garagem: “Apenas procuro recompensar as coisas que não tive durante a minha infância de menino pobre em Cachoeiro do Itapemirim”. Em outro depoimento: “Sinto-me um rei dentro do Impala”.
Além das músicas especificamente sobre carros, havia outras que citavam de passagem as correrias motorizadas, como “Lobo mau”, “Mexericos da Candinha” e “Ar de moço bom”.
A esta altura, os palcos já eram pequenos para o talento do cantor, que entrou para o cinema ao protagonizar, em 1967, “Roberto Carlos em ritmo de aventura”. No começo do filme, o Rei, ao volante do esportivo GT Tormento (do qual não conseguimos identificar a marca), é perseguido pela limusine Cadillac. Tudo ao som de “Eu sou terrível”, que dizia: “Minha caranga é máquina quente!”.

 

 

 Nas telas do Cinema

Lá pelas tantas, Roberto entra num Chrysler Esplanada que desce, por um guindaste, do terraço do edifício do BEG, na Avenida Nilo Peçanha.

– Ele perguntou se era seguro, olhou e topou descer – conta o diretor e produtor do filme, Roberto Farias.
Um pouco pela propaganda, outro tanto pela valentia, o cantor ganhou um Esplanada no fim das filmagens.
Na mesma película, foi lançada outra canção automobilística: “Por isso corro demais”.

 

A trilogia cinematográfica do artista teve ainda “O diamante cor de rosa” (destaque para um cupezinho Glas BMW que pertencia a Erasmo na vida real).
Por fim, fizeram “Roberto Carlos a 300km por hora”, em 1971. Pela primeira  vez, o cantor não fazia o papel dele mesmo – e, sim, o mecânico Lalo, que trabalhava numa concessionária Chrysler e sonhava ser piloto.

Cartaz do famoso filme

O Rei parece muito à vontade no filme: faz lenhas com um Charger R/T em Interlagos e guia o protótipo Avallone A11, com motorzão Dodge V8.
– Ele pilotou o tempo todo. Quase não usamos dublês – lembra Roberto Farias.
Mas engana-se quem pensa que a Chrysler pagou muito por tanto merchandising.

 

– Eles emprestaram os carros e no, fim, deram um Charger R/T para mim e um para o Roberto – conta o diretor.

Houve outros presentes. Em 1968, a gravadora CBS deu ao cantor um Jaguar E-type vermelho. Roberto já tinha suas manias na época: beijava a capota ou o capô de cada carro novo.
Nesta fase, Roberto se despiu do personagem de playboy dos carrões para assumir, nas canções, um lado mais melancólico. A velocidade era para expiar a dor causada pelo amor perdido. Tudo isso em forma de textos na medida certa, acompanhados por arranjos sensacionais.

Desta época são “As curvas da Estrada de Santos” e “120… 150… 200km por hora”, as melhores músicas automobilísticas da dupla Roberto e Erasmo.
A primeira, do disco de 1969, foi inspirada nas descidas que a turma fazia para o Guarujá. A segunda, de 1970, nasceu num passeio noturno por São Paulo, a bordo do Jaguar E-type.
– Foi a última música da fase dos automóveis. O carro era um sonho de garoto que já havia sido conquistado. O repertório se tornou romântico-erótico. Ele trocou o automóvel pelo motel – diz o jornalista Paulo Cesar de Araújo, autor da biografia “Roberto Carlos em detalhes”. O livro, do qual tiramos muitas informações para esta reportagem, teve sua tiragem apreendida e a venda proibida por uma ação do cantor.

GT Tormento

Com direito a escudinho de Ferrari…

 Só em 1984 o artista voltaria a ter uma música estradeira. Era “Caminhoneiro”, composta em dupla com Erasmo. Nada da imprudência de antes: o chofer não se arriscava na banguela.
Nos anos 90, os temas profissionais incluíram “O velho caminhoneiro” e “O taxista”. Carro, como prazer, só no disco de 2003: “O Cadillac” (também da dupla Roberto e Erasmo) é uma espécie de continuação das aventuras automotivas do começo da década de 60. O Rei volta a se sentir garotão ao guiar um rabo-de-peixe de 1960. Gostou tanto que acabou comprando um carro desses na vida real – que, no caso dele, se confunde com a arte.

 

 

Amante à Moda Antiga

Fiel a suas paixões, Roberto é um amante à moda antiga
Coleção eclética do Rei hoje reúne  Cadillac conversível de 1960, Mercedes SLC, Fordinho hot 1929 e até um Escort Guarujá

Hoje, Roberto Carlos é um amante à moda antiga. Em vez de se lançar a novas emoções, vive em paz com a vida e se mantém fiel a seus velhos automóveis. Em São Paulo, por exemplo, dirige um Escort Guarujá preto, de 1992 – que o ajuda a se tornar mais um na multidão e, certamente, tem alguma explicação afetiva. Coisas do coração… No Rio, um par constante é o Mercedes SLC prateado, ano 1978, que o Rei usa para ir de casa a seu estúdio. Um cupê discreto, clássico e charmoso.

História ainda mais antiga é a do hot rod com que Roberto entrou no palco do Maracanã, no show comemorativo dos 50 anos de carreira: um Ford Modelo A roadster, de 1929. Foi presenteado a Roberto por um primo, quando a música “O calhambeque” era hit.

O cantor usou o Fordinho original até gastar. Lá por 1970, enviou os pedaços do carro para Cachoeiro de Itapemirim, onde o mecânico Geraldo Gariolli fez a transformação mecânica: um Cadillac capotado doou o motor V8 de 6,0 litros, o câmbio automático, bem como o chassi, que foi encurtado e estreitado. A carroceria do Ford foi  alargada para se encaixar sobre a nova base. A lanternagem foi feita por Aroldo Sampaio, também de Cachoeiro.

O Rei com Emerson Fittipaldi

No ano passado, o hot passou por outra reforma, desta vez comandada por Emerson Fittipaldi, velho amigo do cantor. A mecânica de Cadillac foi mantida, mas o automóvel ganhou novas forrações, pintura azul perolizada e um ar meio tuning.

Depois da apresentação oficial, num salão de acessórios promovido pelo piloto, o Fordinho voltou a ter para-choques e hoje pode ser emplacado normalmente – sim, o IPVA está em dia…
O Fordinho dorme na garagem do Rei ao lado de um Cadillac série 62, ano 1960, vermelho com estofamento branco. Numa viagem aos Estados Unidos, em 1998, Roberto se encantou pelo  conversível, que então pertencia a Fittipaldi. Roberto, porém, só decidiu comprar o carro muito tempo depois. O interessante é que a parte mecânica é basicamente igual à do hot rod azul: motor V8 390 de 330cv, com caixa Hydramatic.

Num galpão em Botafogo, o cantor guarda ainda um ônibus usado em suas turnês. Amigos do Rei revelam que, em viagens pelo Brasil, Roberto chega a assumir a direção. Como se vê, o cara é uma brasa, mora?

 

Matéria do O GLOBO – Caderno Carro e Etc…
Parte 1
Parte 2
Parte 3

 

 

Musicas(com vídeos) Cantadas Pelo Rei…

Susie (Roberto Carlos) – Lado A do compacto da CBS em 1962   

Já pintei minha lambreta
Com uma cor extravagante  

Escolhi no guarda-roupa
O pulôver mais berrante
E passei acelerando
Bem pertinho da janela
Vi alguém se aproximando
E, que surpresa, era ela

Seu nome é Susie
E é um amor
Quero seu carinho
Seja como for

 


Parei na contramão  (Erasmo Carlos – Roberto Carlos)  
No LP “Splish Splash”, de 1963
 
Vinha voando no meu carro
Quando vi pela frente
Na beira da calçada um broto displicente
Joguei pisca-pisca pra esquerda e entrei
A velocidade que eu vinha, não sei
Pisei no freio obedecendo ao coração e parei
Parei na contramão
 
O broto displicente nem sequer me olhou
Insisti na buzina mas não funcionou
Segue o broto o seu caminho sem me ligar
Pensei por um momento que ela fosse parar
Arranquei à toda e sem querer avancei o sinal
O guarda apitou

(…)

Acho que esse guarda nunca se apaixonou
Pois minha carteira o malvado levou
Quando me livrei do guarda o broto não vi
Mas sei que algum dia ela vai voltar
E a buzina dessa vez eu sei que vai funcionar
 


O calhambeque (Road hog) Versão: Erasmo Carlos)
No LP “É proibido fumar”, de 1964
 
Mandei meu Cadillac
Pr’o mecânico outro dia
Pois há muito tempo
Um conserto ele pedia

E como vou viver
Sem um carango prá correr
Mas é tudo por causa do calhambeque, sabeBye, bye, bye

Meu Cadillac, bi-bi
Quero consertar meu Cadillac

Com muita paciência
O rapaz me ofereceu

Um carro todo velho
Que por lá apareceu

Enquanto o Cadillac
Consertava eu usava

O Calhambeque, bi-bi
Quero buzinar o Calhambeque

(…)

O Calhambeque, bi-bi
Meu coração ficou com

O Calhambeque

Bem, vocês me desculpem, mas agora eu vou me embora
Existem mil garotas querendo passear comigo

 


Lobo mau (The wanderer) (Ernest Mareska – versão de Hamilton di Giorgio)
No LP “Jovem Guarda”, de 1965

Eu pego o meu carro e começo a rodar
E tenho mil garotas uma em cada lugar…
 


As curvas da estrada de Santos (Erasmo Carlos – Roberto Carlos)
No LP “Roberto Carlos” de 1969

Se você pretende saber quem eu sou
Eu posso lhe dizer

Entre no meu carro na Estrada de Santos
E você vai me conhecer

Você vai pensar que eu
Não gosto nem mesmo de mim
E que na minha idade
Só a velocidade anda junto a mim
 
Só ando sozinho e no meu caminho
O tempo é cada vez menor
Preciso de ajuda, por favor me acuda
Eu vivo muito só
 
Se acaso numa curva
Eu me lembro do meu mundo
Eu piso mais fundo, corrijo num segundo
Não posso parar
 
Eu prefiro as curvas da Estrada de Santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive e vi pelo espelho
Na distância se perder
 
Mas se amor que eu perdi
Eu novamente encontrar, oh
As curvas se acabam e na Estrada de Santos

Não vou mais passar
Não, não vou mais passar, oh

Eu prefiro as curvas da Estrada de Santos
Onde eu tento esquecer
Um amor que eu tive e vi pelo espelho
Na distância se perder
 
Mas se amor que eu perdi
Eu novamente encontrar, oh, oh
As curvas se acabam e na Estrada de Santos

Eu não vou mais passar
Não, não, não, não, não, não 

Na Estrada de Santos as curvas se acabam
E eu não vou mais passar
Não, não, não,
Oh , na Estrada de Santos as curvas se acabam

Se você pretende saber quem eu sou
Eu posso lhe dizer

 


 Detalhes, em 1971, ainda cita “o ronco barulhento do meu carro”


 O Cadillac (Erasmo Carlos – Roberto Carlos)
No LP “Roberto Carlos” de 2003

Peguei meu Cadillac
Mil novecentos e sessenta E nele me sentia Com metade de quarenta
(…) Meu Cadillac lindo, longo Conversível,
extravagante Quase seis metros de um vermelho cintilante (…)

 

Agradecimentos especiais  ao jornalista –  Jason Vogel, por abrilhantar  e engrandecer o portal AutoClassic com esta bela matéria.

Um forte abraço,
Saudações antigomobilistas,
Equipe AutoClassic
Rio de Janeiro – Brasil

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  1. Só para acrescentar, no filme RC 300km por hora, ele ainda estacionou, enquanto se imaginava passeando com a namorada do dono da concessionária, um Gurgel QT.

  2. 23 de julho de 2009

    Simplesmente MARAVILHOSA a foto tirada no BEG do esplanada,é a cena que eu mais adoro no filme,já até visitei o prédio em questão e tirei fotos…um dia tirarei fotos lá em cima…

    Valeu Voguel,sensacional reportagem!

  3. Romeu Nardini
    24 de julho de 2009

    Muito boa a matéria, relembrando as “carangas” do Rei.
    E realmente aquele GT Tormento, “atormenta” até hoje os fãs do automobilismo e os pesquisadores de plantão.
    Ninguem consegue identificar o “que era” aquela carro e muito menos qual seu paradeiro.
    Muitas especulações e nada de positivo.
    Só para complementar, o Rei chamava carinhosamente aquele belo Olds 66 conversível, de “Rubi”.
    Parabens Jason e Marco.

  4. Becsom
    24 de julho de 2009

    Jason Vogel, parabens por esta linda e completa matéria sobre os carrões do REI. É sempre importante resgatar estas histórias maravilhosas.

    Abraços,

    Becsom

  5. 25 de julho de 2009

    O gt que ele pilotou me parece um jaguar

    Berek

  6. Edu Video Camera
    27 de julho de 2009

    Exelente materia, a pessoa que teve essa brilhante ideia, meus parabens!
    muito bom relembrar as épocas em nos vivenciamos e que até hoje esta em nossas memória todos os sucessos do rei Roberto Carlos.
    Parabens
    Edu Video
    Vitória-ES

  7. SONIA MARIA DERIGGE-São Carlos
    2 de agosto de 2009

    simplismente maravilhosa,que ideia genial,parabéns..parabéns,espero que continuem contando sobre nossos idolos de epoca,e seus carros..NOTA MIL..MIL
    ABS
    SONIA E MARCOS

  8. 3 de agosto de 2009

    Excelente matéria ! Seria bem interessante uma série com os famosos que gostam de veículos antigos, como o César Filho, Celso Portiolli, Wagner Moura, Olivier Anquie (é assim?), Orlando Drumond, João Barone, etc… Se habilita Teresa ?

    E pessoal, como se esquece dos Gurgeis… No filme “A 300km/h”, rodado na época que a Gurgel estava fundando sua fábrica, o carro da “mocinha” é um Gurgel QT vermelho, que aparece várias vezes e o Roberto dirige duas vezes, inclusive num longo clipe no fim do filme. O outro Gurgel é o Bugato, vendido em kits, que na cena final, o Erasmo vai pra lua-de-mel nele.

    E sabem o que é o melhor ? O filme é bom !

    Abraços,
    Gustavo

    http://www.antigosdeitaipu.com.br

  9. jorjão
    5 de agosto de 2009

    teresa em nome do puma clubes mais uma vez vc superou tudo, parabens e muito obrigado pelo apoioado abçs

  10. Sensacional a matéria, e não poderia ser diferente mesmo, com Jason e Marco no Auto Classic, é sucesso na certa.
    Parabéns ao Berek, Tereza e equipe, e aos jornalistas Jason e Marco.
    Recebam nossos abraços e continuem sempre nos presenteando com essas curiosidades sobre automóveis .
    Luís Antonio e equipe Camera Car

  11. eduardo jorge
    29 de abril de 2010

    Esta matéria é sensacional. Quanto ao GT Tormento, do filme Roberto Carlos em ritmo de aventura, até agora eu jurava que era uma Ferrari. Fiquei surpreso com a negativa de vocês. De qualquer maneira isso é mais um ponto da insuperável carreira de RC. Parabéns a vocês pela matéria.

  12. Moyses Pardini Filho
    23 de agosto de 2010

    Quanto a marca do carro esportivo ( Tormento ) no qual Roberto Carlos usou para o filme Roberto Carlos em ritmo de aventuras – é um Austin Healey anos 60.
    O dono do então carro era amigo de meu pai que na epoca meu pai elaborava todos as modificações e adaptações em sua oficina de solda . Toni Santo Mauro proprietario do Tormento, socio da retifica Motolux e do estacionamento Rei da Duque , na av. Duque de Caxias com av. São João.
    Adorei recordar o passado..

    Abraços

    Moyses Pardini Filho

  13. jose antonio malavase
    30 de outubro de 2010

    se voces notarem no filme em ritmo de aventura,quando ele aparece dirigindo o cadilac conversivel vermelho em cabo canaveral,notemque ele senta de lado e acelera com o pe esquerdo ,comfimando assim a perna mecanica direita

  14. bruno santos
    15 de novembro de 2010

    tenho esses 2 filmes,em ritmo de aventura e a 300 km/h,so que em vhs…ja tinha procurado alguma coisa sobre esse gt tormento,so que nao achava nada,porque eu achava que era uma ferrari.mas o show é o filme a 300km/h…foi ele quem despertou minha paixao por dodges.reportagem maravilhosa
    parabens
    bruno

  15. Chico Tabosa
    30 de Maio de 2011

    Realmente são pessoas assim que precisamos para manter mos imformados sobre o que acontece ai no SUL com o REI ROBERTOS CARLOSSSSSSSSS. um abraço.

  16. jose candido filho
    3 de setembro de 2012

    curto roberto faz muito Roberto e uma leda viva

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