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Homenagem ao Antigomobilista - Março 2007 |
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Em Águas de Lindóia, XI Encontro Paulista -2006, tive o prazer de ver um senhor de cabeça branquinha chegando no evento, com um DKW- Vemag... Fiquei só observando... Ele estava com um sorriso largo, demonstrava muita simpatia... Desceu do seu Vemag com toda disposição do mundo, super feliz por rever os amigos.. Daí José Carlos Miranda, um antigomobilista carioca me puxou para apresentá-lo...
Fiquei sabendo o seu nome e que naquele momento estava chegando de Brasília... Ou seja, dirigiu direto até Águas de Lindóia... "Benza Deus!!!" É muita saúde, garra, fibra...!
Minha total admiração por este guerreiro antigomobilista surgiu ali mesmo e agora felizmente tenho a oportunidade de trazer a história deste desbravador para vocês... Então é por isso que...
No mês de Março O Portal AutoClassic tem a honra de homenagear um fabuloso antigomobilista de Brasília, muito admirado neste meio... Um homem forte, de muita fibra, excelente marido, vovô e que tem muita história para nos contar... José de Mattos Souza!!
Com Certeza, você já deve ter visto o "Zé Mattos" em algum evento com o seu famoso e inseparável DKW –Vemag... Conheça um pouco mais sobre sua história e seus "causos antigomobilisticos"
Sou José de Mattos Souza, natural de Belo Horizonte, nasci no dia 10 de julho de 1938 - e lá mesmo me casei com Eliane; fomos abençoados com duas filhas e três netos que são nossa paixão!

Zé Mattos e esposa com os 3 netinhos
Minha primeira paixão por incrível que pareça começou com a aviação! Desde cedo me dediquei ao aeromodelismo e, tão logo a idade permitiu, entrei para a Força Aérea
Brasileira. Fiquei 37 anos no serviço ativo e em 1992 fui para a reserva no
posto de Coronel Aviador.
O gosto pelo automóvel é lugar comum a todo brasileiro e, pouco
depois de formado, pude comprar meu primeiro carro: uma Caiçara 62 zero! Na época era uma epopéia, os carros eram muito caros e só consegui comprar por
meio de um financiamento em 48 meses pela Caixa Econômica Federal para minha
categoria profissional. Fiquei um bom tempo sem dinheiro para mais nada. Aí
começou uma inseparável e apaixonante convivência: eu e o DKW-Vemag!
Dois anos mais tarde pude comprar outro carro zero vendendo a Caiçara. Naturalmente um novo e pesado financiamento: um Belcar 64! Estava definitivamente selado meu destino automobilístico, porque em dezembro de 1967 comprei outro zero: a Vemaguet 67 que tenho até hoje e que nunca ficou parada, uso e muito ainda hoje...!
Ela nunca foi reformada nem restaurada, isso demoraria um tempo em
que ela ficasse parada: não era do meu feitio. Preferi sempre cuidar de uma
manutenção preventiva no início e com o decorrer do tempo passei a fazer
apenas os serviços necessários e corretivos e isso perdura até hoje.
Em uma determinada época, a família aumentando, precisei comprar outro carro e pensei na sua preservação como um veículo antigo para coleção,
foi quando surgiu a necessidade de melhorar sua aparência com uma nova
pintura. Não existia a tinta da mesma cor original - verde mar - nem
recursos de computação para elaborar uma mistura adequada, logo, tive que
optar por outra cor original da época: Bege, que é sua cor atual.

José Mattos com seus 3 netinhos
Assim surgiu meu interesse em possuir um "antigo"... É o único que tenho. Em
seguida me associei ao Veteran Car Clube de Brasília, onde tive o privilégio
de receber a primeira Placa Preta de Brasília!
Há algum tempo tenho feito em média duas viagens longas por ano. Percursos de mais ou menos 2.500 km (ida e volta). Morando em Brasília, qualquer deslocamento para os grandes centros já começa com quase mil quilômetros. Não deixa de ser uma aventura, mas tenho sempre o apoio incondicional da Eliane, minha esposa.
Entre essas viagens, posso citar, em números aproximados: quatro a Juiz de Fora, duas a Belo Horizonte, três a Araxá, três a São Lourenço, quatro a Pouso Alto, uma a Guarapari, quatro a Águas de Lindóia, uma a São Paulo, uma a Curitiba e uma, a maior delas, a Porto Alegre (5.000 km).
Incontáveis são as pequenas viagens e carreatas para cidades próximas a Brasília, aquelas que distam 100 a 200 km daqui: Goiânia, Anápolis, Formosa, Cristalina, Goiás Velho, Pirenópolis, Itiquira; outras um pouco mais longe – Rio Verde, Caldas Novas.
Quando comparo essas viagens à “aventura”, devo explicar: o DKW tem uma mecânica simples, mas peculiar e, por ter deixado de ser fabricado há 40 anos, não se encontram peças similares para reposição em qualquer local.
Quase não há componentes intercambiáveis, o que nos obriga a levar a bordo uma infinidade de peças, como por exemplo: carburador completo, bomba de gasolina, bobinas, platinados, distribuidor completo e pronto para a troca, mangueiras do radiador, velas, cabos, juntas, coifas, etc.
Lembro-me dessas porque já fiz uso de cada uma delas algumas vezes!

José Mattos com Alvaro Teixeira e José Carlos Miranda - XI Encontro Paulista 2006
MOTOR FUNDIDO
O problema mais sério que já enfrentei não foi causado pelo carro!
Eu e o Henrique Guedes, com seu impecável DKW Sedan 60 – ambos os carros em perfeito estado de funcionamento – íamos para Ribeirão Preto e abastecemos na mesma bomba em um posto de Cristalina (130 km de Brasília). 60 km depois fundiram-se ambos os motores “ao mesmo tempo”: a gasolina estava batizada, provavelmente com a adição de solvente! Eu tinha o motor reserva, mas, como eram dois carros, optamos por voltarmos rebocados para Brasília.
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Vemaguet 1967 de José Mattos ainda no estado de zero km
DISTRIBUIDOR
Não tenho habilidades para o trabalho de mecânica, desmonto e limpo alguns componentes, cuidando de montá-los depois na ordem inversa! Quase sempre dá certo...
Em uma viagem a Caxambu, a Vemaguet falhava muito e na volta chegou a incomodar. Parei num posto em Perdões e comecei a pesquisar: velas bobinas, platinados, condensadores, limpei o carburador, bomba, etc. às vezes, trocava alguma peça de lugar para ver se o defeito a acompanhava... Nenhum resultado positivo! Contudo deu para definir que o problema era no sistema de ignição. Fácil: o distribuidor completo, regulado, estava à disposição, era só trocar – são só quatro ou cinco parafusos.
Antes de retirá-lo, copiei o esquema das cores dos fios. Sempre soube que existia uma codificação: cada cor para sua respectiva bobina. Depois de montado o novo distribuidor é que me dei conta: nenhuma cor dos fios coincidia com as cores do outro! Tentativa e erro – depois de várias investidas, o motor se recusava a funcionar, era só “pipocos” e “retorno de chama”. Aí foi que me lembrei de um velho ensinamento do Mauro, meu cunhado: “quando tudo o mais não der certo, consulte o Manual”. Fez-se a luz! Lá estava no Manual do Proprietário o desenho do distribuidor com a indicação de qual platinado pertencia a tal cilindro. Aí foi só acompanhar a cor do fio até sua respectiva bobina!

Manual original da Vemaguete 1967 de José Mattos
JUNTA DO CABEÇOTE
Essa me deixou a pé! Era uma das primeiras viagens longas – destino São Lourenço – e esse item não figurava na lista de sobressalentes.
Antes de cada viagem longa, costumo rodar bastante aqui para sanar algum inconveniente que possa surgir. Havia então um pequeno e constante vazamento de água e eu apenas completava, achando que não se tratava de coisa séria. Infelizmente, era!
Após 800 km de estrada, perto de Bambuí (interior de Minas) estourou a mangueira inferior de radiador – ela já havia me avisado que estava ruim, com os pequenos vazamentos... Não percebi o aumento da temperatura, embora o marcador estivesse funcionando perfeitamente – excesso de confiança na “Pequena Maravilha"!
Fui rebocado até uma oficina de beira de estrada. O mecânico, rapaz novo e competente profissional, espantado com aquela cena, pergunta: “que carro é este?". Respondi com ironia, não sem antes avisá-lo da brincadeira: “do carro entendo eu, você tem a habilidade e os conhecimentos de mecânica, quero que troque esta mangueira!" Algum tempo depois, alguns componentes retirados sem necessidade, mas que facilitavam o acesso à mangueira, fomos dar a partida no motor: era água saindo por todos os poros! A junta do cabeçote estava queimada! O carro ficou imobilizado na oficina até que eu pudesse voltar com uma peça nova. Prossegui a viagem de carona para não ficar fora do Encontro em São Lourenço.

O primeiro carro de José Mattos um Caiçara 1962, Zero na época
UM FIO PARTIDO
Voltando de Pouso Alto, já quase chegando em Belo Horizonte, o cilindro n° 3 começou a falhar. Para quem não conhece o DKW, vale ressaltar que ele consegue se deslocar com apenas dois cilindros funcionando, mas não se deve forçá-lo – principalmente em região montanhosa. Parei para verificação e realmente constatei que a centelha não chegava na vela. Naquela ocasião eu já usava ignição eletrônica com três módulos independentes. As suspeitas iniciais recaíram sobre o sistema eletrônico.
Coincidentemente, pouco tempo depois, passa pelo local o Eustáquio Sadi – estávamos ambos voltando de Pouso Alto. Ele é o idealizador e fabricante daquele sistema de ignição eletrônica. Vinha rebocando no cambão sua Vemaguet, que também estava equipada como a minha: ‘sopa no mel”!
Fizemos todo tipo de troca de componentes que era possível: bobina, módulo, conectores, fiação, etc. Nada resolveu, o cilindro n° 3 continuava ‘mortinho da silva”!
Antes que o desânimo tomasse conta, o Eustáquio lembrou-se que o Mildeu – o “papa” dos DKW em Belo Horizonte – também estava viajando e ao alcance do celular! Estávamos salvos.
A ligação completou-se com perfeição e as instruções vieram céleres: já fizeram isso? Já fizeram aquilo?, já fizeram aquilo outro? Todas as respostas eram afirmativas. Sabiamente, o Mildeu vaticinou: se não está chegando centelha na vela, é porque não está chegando alimentação na bobina! Claro como água! Orientou-nos para fazer uma ponte entre a bobina 2 e a 3. Nada mais simples e nada mais correto. O motor ganhou nova vida.
É possível que, em uma oficina, com recursos para testes, com um mecânico experiente, o problema tivesse sido diagnosticado mais rapidamente. Contudo estávamos na beira da estrada, o pôr-do-sol chegando, as esposas inquietas, em pé no acostamento, o papo já se esgotando e a pressão para solucionar logo o problema aumentava.

José Matos viajando por este Brasil a fora em seu Vemaguete 1967
Esqueceu-se do título deste tópico? FIO PARTIDO? Lá estava ele – imperceptível a toda prova! A ligação entre as bobinas era absolutamente nova, não dava margem a suspeitas. Nunca pensamos nela, mas, depois de desmontada vimos que quando o fio foi preso ao terminal, o aperto do alicate foi por demais “generoso” e quase o seccionou! Com a trepidação o contato começou a ficar intermitente até que se acabou de vez.
BOM-BRIL COM ARALDITE
Minha esposa sempre, ou quase sempre, me acompanha nas viagens para as Exposições. Não fica só por conta de fazer compras e curtir os passeios, às vezes participa dos problemas e ajuda nas soluções criativas. Vejamos:
Chegando em Águas de Lindóia, já na entrada do Parque de Exposições, o carro começou a falhar muito, parecendo estar afogado e exalava um cheiro forte de gasolina que vazava. Ao abrirmos o capô, constatamos que a tampa do carburador estava totalmente solta! Por um motivo inexplicado, todos os 3 parafusos superiores estavam espanados ( o inferior já nem estava mais no lugar! O carro já não andava mais, contudo, ainda servia para ficar exposto!
Mas, a solução veio rápido. Eliane perguntou: por que não encher os buracos com bom-bril, misturado com araldite? Os parafusos entrariam forçados, fazendo sua própria rosca. Depois da secagem, a fixação ficaria perfeita. São itens sempre presentes em nossos “kits de sobrevivência”. Parece-me que está assim até hoje...

Vemaguete 1967 ainda em sua cor original
COLAR DE EMBREAGEM
Vamos falar um pouco sobre “RODA LIVRE” para quem não esteja familiarizado com o DKW. O sistema consiste em um rolamento especial dentro da caixa de marchas, o qual permite que o carro fique com o motor livre da caixa e rode em marcha lenta com o carro em movimento sem tração. Mal comparando, seria como uma bicicleta quando paramos de pedalar.
Usando essa característica, o DKW pode ser dirigido sem o uso da embreagem (com algumas limitações de menor importância) em casos de rompimento do cabo ou algum defeito interno no colar, desde que o disco permaneça em contato com o volante.
Como “nem tudo são flores”, em uma das viagens para São Paulo – visita às ruínas da fábrica Vemag – ao chegar em Ribeirão Preto, quebrou-se o colar da embreagem. Coincidentemente, viajava comigo o Oswaldo, responsável pela manutenção. Ele retirou o motor e, com o apoio do DeKaWeanos da área – Portugal e Cristóvam – saímos à procura de um novo colar.
Não foi uma simples troca. Minha Vemaguet é equipada com SAXOMAT, uma embreagem automática, que é original e era opcional de fábrica. O colar tinha que ser adaptado com arruelas de encosto para limitar seu curso. Houve necessidade de serviços adicionais de tornearia. Nada que a boa vontade dos amigos locais não conseguisse resolver.
UM FIO SOLTO
Não é repetição de uma história anterior: UM FIO PARTIDO! É outro “causo”, realmente de um fio que se soltou.
Eliane, muito escolada, viaja o tempo todo atenta aos “barulhinhos”. Dá sinal de tudo, sempre perguntando: que barulho é este?
Para poupá-la desses dissabores, procuro disfarçar sempre que possível. Uma vez, quase consegui!
Saímos de Ribeirão Preto e, não sei quando, o alternador deixou de carregar, mas sem acender a luz de aviso. A mais ou menos 20 km de Pirassununga, liguei a seta para mudar de faixa e a luz piscou fraquinha... Culpei o relé e continuei despreocupado: posso fazer o sinal com o braço para fora. Sem querer, pouco depois, encostei a mão na buzina e ela não funcionou. Disfarcei e, com a mão esquerda verifiquei se havia algum fusível queimado...Não havia! Até aí não desconfiei que a bateria estava se “esvaindo”!
Pouco depois, quando precisei trocar de marcha, arranhou! Aí não dava mais para disfarçar e a pergunta da Eliane veio de imediato: “que barulho é esse?”.
Vamos interromper a narrativa para mais uma explicação, agora sobre o funcionamento do SAXOMAT. O sistema debréia o carro usando energia elétrica e pneumática. Elétrica para abrir uma válvula que direciona vácuo do coletor de admissão para uma cuíca que, por sua vez, pneumaticamente aciona o diafragma que puxa o cabo para afastar o disco de embreagem. Faltou energia elétrica para a válvula!
Pelos sintomas, parecia uma pane elétrica e não bateria descarregada: a luz do alternador estava apagada! Sempre uso roda-livre, logo a embreagem não faria falta para continuar até Pirassununga e procurar socorro.
Felizmente, a bateria agüentou a ignição até lá. Consegui acalmar Eliane, argumentos não faltavam: interior de São Paulo, cidades perto, socorro mecânico e reboque imediato por estarmos em estrada de primeiro mundo e com pedágio!

Belcar 1964 de José Mattos
Na pesquisa da pane, vimos um “FIO SOLTO”, talvez pela trepidação, que impedia o alternador de mandar carga para a bateria “sem acender a luz de aviso”. Uma chupeta foi o suficiente para dar partida e seguir a viagem sem mais inconvenientes.
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ENCONTROS DE CARROS ANTIGOS |
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O Antigomobilismo não pode prescindir dos Encontros, sejam eles de caráter nacional ou regional. É a oportunidade que temos para mostrar o que é nosso e apreciar o que os demais colecionadores têm feito. Todo tipo de atrativo é pensado e planejado para agradar os expositores e seus familiares.
Comecei freqüentando o Encontro de Juiz de Fora. Lá fiz grandes amizades e fui premiado por duas vezes. Morando em Brasília e gostando de viajar, quase sempre sou o que percorre a maior distância rodando com a Vemaguet.
Isso se repetiu em Guarapari (ES), Nova Petrópolis (RS), Curitiba (PR). Os organizadores nem sempre conseguem estabelecer critérios absolutamente justos para essa premiação. Depende da idade do carro, da dificuldade de sua manutenção, de sua raridade, de ser nacional ou estrangeiro, etc. Eu não me sentiria prejudicado se perdesse o prêmio para um Packard 37 que, por exemplo, tivesse rodado 500 km, e eu 1.000km com a Vemaguet.

José Mattos(boné branco)cercado de amigos antigomobilistas de todo Brasil
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CONSELHOS A UM JOVEM COLECIONADOR |
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Não sou propriamente um velho colecionador e sim um colecionador velho!
Nesse “hobby”, convivo com muitos antigomobilistas e me considero como tal por gostar de um carro antigo. Não posso intitular-me “colecionador”: tenho apenas um carro! Contudo, compartilho de muitas idéias que promovem o incremento da atividade, tendo em vista sua permanência no tempo. Entre elas está o incentivo aos mais jovens. Nas exposições vejo, com satisfação, o interesse demonstrado por eles. É um sinal de que estamos no caminho certo.
É consenso entre nós que, o iniciante não deve simplesmente comprar um carro antigo. Ele deve ter alguma razão para gostar de um determinado modelo, marca ou idade do veículo. Se existir um laço familiar, tanto melhor. Quase sempre ouvimos frases como: “aprendi a dirigir num carro igualzinho a este”; “meu pai tinha um como o seu”; “namorei muito dentro dele”, etc. Este futuro colecionador estará com a satisfação garantida...
Finalizando, nunca tive frustrações com o antigomobilismo. Fundamental para isso foi o apoio de toda minha família.
Resolvi ampliar o leque de conhecimentos pessoais e obtive uma resposta sensacional, principalmente na Internet. Formamos a chamada “Nacão DeKaWeana” com mais de 200 participantes. Do contato virtual nasceram várias amizades e, a troca de informações, de curiosidades, de fotos, de fatos históricos ligados ao DKW-Vemag, tem sido motivo para muitas alegrias entre nós.

José Mattos com sua linda família
"Fazendo com prazer tudo aquilo de que gostamos,
todos gostam do que fazemos"
(José de Mattos Souza)
O Portal AutoClassic parabeniza o antigomobilista José Mattos magnífico antigomobilista que é... Desejamos boa sorte e esperamos
Um forte abraço,
Teresa Gago
Equipe Portal AutoClassic
Rio de Janeiro - Brasil
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