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Homenagem ao Antigomobilista - Abril 2007 |
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No mês de Abril O Portal AutoClassic tem a honra de homenagear um fabuloso antigomobilista de Taubaté, muito admirado e querido neste meio, um homem forte, de muita fibra, excelente ser humano, pai e vovô...
Os amigos o chamam carinhosamente de Geninho.. mas seu nome é:
EUGÊNIO DE CAMARGO LEITE, nasceu em 25 de fevereiro de 1935, na cidade de Taubaté/SP, onde viveu até 1953, quando mudou-se para São Paulo, cursou a Faculdade Paulista de Direito e exerceu a advocacia, até 1960. Pai de seis filhos, transferiu residência para Ubatuba, no Litoral Norte do Estado de São Paulo, onde reside.
Seu primeiro automóvel, adquirido em 1957, era um Renault “rabo quente”, cor cinza – 1949, que o deixou algumas vezes a pé, meio ao já saturado e complexo trânsito da capital de São Paulo.
Porém a posse do pequeno “rabo quente” era motivo de orgulho para Eugênio, que foi o primeiro membro de uma família que se estabeleceu em São Paulo no ano de 1563, a ser proprietário de um automóvel.
Residindo em Ubatuba, em 1993, permutou barcos que possuía, por um Ford -1929, phaeton e um Chevrolet 1928, também de quatro portas e capota de lona, que vieram a ocupar o local das embarcações em seu quintal.
Desde então, o que era uma simpatia por carros antigos, passou a ser uma paixão, atestada, atualmente, pela presença de mais de setenta veículos antigos, no quintal de sua casa, onde também acontecem algumas restaurações, em conseqüência da amizade de profissionais amigos, que também se envolveram com os carros antigos.
Sua coleção, atualmente, começa com um “Overland” – 1918 e termina em um Cadillac 1972, passando por algumas preciosidades, como De Soto – 1928, Chrysler –1928, Fiat 520 – 1928; Dodge Sênior – 1928; Plymouth – 1933, 1936 e 1948; opel – 1936; packard – 1939; Vauxhall – 1946 e 1958; Nash – 1952; Oldsmobile – 1956; Cadillac – 1957; Citroen – 1966; Chevrolet – 1927, 1928, 1929, 1930, 1932 e 1972; Ford – 1929; Mustang – 1965; Volkswagen 1600 coupè - 1968.

Oldsmobile 1956 - o xodó de Geninho
A coleção não é direcionada a marca, nacionalidade ou época dos veículos que a integram e que foram adquiridos por impulso decorrente da beleza, raridade, curiosidade, preço ou personalidade de seu proprietário.
- Antigomobilistas veteranos x Jovens antigomobilistas
Meus filhos não se interessam por carros antigos, mas tenho certeza de que meus oito netos ainda serão meus companheiros na curtição dos meus adorados automóveis.
Admiro os jovens que abraçam o antigomobilismo, mesmo em sua fase de meros admiradores ou estudiosos.
Conheci muitos meninos que me surpreenderam, com a demonstração de seu profundo conhecimento sobre autos antigos. Como por exemplo, o Gustavo Tostes, de Juiz de Fora, que ainda infante, muito sabia sobre automóveis e orientou-me em dúvida sobre a motorização do Ford 1933, que pertenceu a Luiz Bonfá, amigo de seu pai, o brilhante Dr. Waldir Tostes.
A diferença de idade entre os antigomobilistas não impede que sejam sólidas amizades entre eles. Não existe entre os veteranos colecionadores quem não tenha amizade e respeito pelos jovens Murad de São Paulo. Entre mim e o jovem Marcel Barbalho, de João Pessoa, hoje residente em Florianópolis, não obstante a diferença de sessenta anos entre nossas idades e a distância que separa nossas residências, existe uma grande amizade.

Felizes os pais que envolvem seus filhos com o antigomobilismo e mais felizes os seus filhos, pois através do “hobby” lhes serão abertas oportunidades de bom relacionamento humano em qualquer parte do mundo, pois não há cidade em que não haja um colecionador ávido em conhecer e se relacionar com um companheiro.
(Eugenio de Camargo Leite)
- Geninho X Antigomobilismo
Sem merecimento, fui bem recebido pelos antigomobilistas e hoje faço parte do Clube do Fordinho, Club Chevrolet de Autos Antigos do Brasil, Clube de Autos Antigos de Taubaté e da Federação Brasileira de Veículos Antigos. Fui membro do Conselho de Administração do Clube do Fordinho e hoje integro o seu Conselho Fiscal; atualmente sou Vice-presidente do Clube de Autos Antigos de Taubaté e Diretor Regional da Federação Brasileira de Veículos Antigos.
Hoje, integro a grande família formada pelos colecionadores, restauradores e comerciantes de veículos e peças, empreendedores de eventos, abnegados e vitoriosos jornalistas responsáveis pela divulgação do antigomobilismo.
Acima de toda a parte técnica de conhecimento que adquiri no antigomobilismo está o prazer convívio com os companheiros e as sólidas amizades que se consolidaram, alicerçados na comum paixão pelos automóveis antigos. Por isso, o antigomobilismo é importante em minha vida.
Os tristes e lamentáveis desaparecimentos de companheiros que nos deixaram, são motivos para que tranqüilamente aguardemos a nossa hora, pois temos a certeza de que nos esperam boas conversas, calorosas discussões e lembranças dos nossos automóveis antigos que legamos recuperados, bem tratados, reluzentes e em perfeito funcionamento.
No antigomobilismo senti a mais profunda emoção de minha vida, quando no encontro de Lindóia, em 2004, recebi imerecidamente o troféu “Cláudio Borrego”, instituído em homenagem a este inesquecível amigo.

Claudio Borrego(d) discursa no IV Encontro de Automóveis Antigos de Ubatuba
Ao primeiro evento de antigomobilismo de que participei, em junho de 1993, na cidade de Araxá, organizado pelo Veteran Car Club de Minas Gerais, compareci com o Chevrolet phaeton 1930, restaurado por Luiz Baratella, que foi premiado como melhor de sua década.
Daí, fui a noventa e três encontros, nos quais tive alguns de meus automóveis premiados:

Fiat, modelo 520 1928 – Clube dos Quinhentos – Guaratinguetá/SP-1994; |

Chevrolet Coupè – 1942 – Juiz de Fora/MG, em 1994 |

Plymouth – 1936 – São Lourenço/MG, em 1995; |

Packard Coupè – 1939 – Rio de Janeiro/RJ, em 1995 e Lindóia/SP em 2000; |

Vauxhall Victor – 1958 – Rio de Janeiro, em 1996; |
Chevrolet Phaeton – 1930 – Lindóia, em 1997; |

Vauxhall – 1946 – São Lourenço, em 1997; |

De Soto Roadster – 1928 – São Lourenço, em 1997; |

Cadillac Fleetwood – 1972 – Canela/RS; em 1997; |

Chevrolet Caprice – 1972 – Joinville/SC, em 1997; |
Chevrolet Pickup – 1955 – Rio de Janeiro e Santos/SP, em 1998; Juiz de Fora, em 2000; |

Chevrolet Conversível – 1950 – Rio de Janeiro, em 1997; Lindóia, em 1999; Juiz de Fora, em 2001; |

Ford Conversível Cabriolet – 1935 – São Sebastião/SP, em 1999 |
- A importância de Geninho para o Antigomobillismo brasileiro
Em Ubatuba, onde reside, fez realizar seis encontros de autos antigos, nos meses de outubro de 1997 a 2002, integrando as festividades de aniversário da cidade.
Não existindo local apropriado e nem infra-estrutura em Ubatuba, as confraternizações ocorriam em seu galpão, com freqüência de aproximadamente quinhentas pessoas, que não reclamavam dos comes e bebes preparados por sua mulher, Ana Maia. Sempre integrou à programação dos eventos, agradável passeio de escuna à paradisíaca Ilha Anchieta e divertida carreata pelas ruas da cidade, abrilhantada sempre por banda de música, a bordo da Jardineira Ford 1931.

Musica a bordo da Jardineira Ford 1931
Nos encontros de 2000 e 2001, integraram os eventos o primeiro e segundo encontros de aeronaves antigas de Ubatuba, com o apoio da Associação Brasileira de Aeronaves Antigas e Clássicas e aeroclubes do vale do Paraíba, com a coincidência de estar o Aeroporto de Ubatuba próximo ao local de permanência e exposição dos automóveis antigos, na Praia de Iperoig.
No encontro de 2001, foi homenageado o piloto Lúcio Salowicz, com seu extraordinário Fleet – 1933.
Lúcio, antes de colecionar aeronaves clássicas, colecionou automóveis antigos, participando da história do antigomobilismo no Brasil, como sócio numero 1 do Veteran Car Club do Brasil, o segundo clube fundado em nosso País, recebendo a homenagem, com grata surpresa, das mãos de seu companheiro na fundação do Veteran Car Club do Brasil, o nunca assaz louvado, Og Pozzoli.
E, no ano de 2002, foi homenageada a jovem arquiteta de Campos do Jordão, Marilia Richieri, chamada carinhosamente por “Lica”, que participou do evento com sua impecável aeronave CESNA 140 – 1947, que foi fotografada ao lado do Ford 1933, de Toloiry Marien.
Nos encontros de Ubatuba o resultado de vendas de bebidas e sorteio foram revertidos para instituições assistenciais, que participaram ativamente dos eventos.

piloto Lúcio Salowicz, com seu extraordinário Fleet – 1933.
Nestes encontros de automóveis e aviões antigos, Ana Maria Maia, além dos quitutes, ofereceu aos participantes os versos:
Aviões ou automóveis,
Tão velozes ou tanto lentos
Mas não com menos talento,
Sempre aguçarão nossos olhos,
Aqui e no firmamento
Voando os céus desta terra,
Ou subindo e descendo serra,
Ninguém os segura
São pássaros, são feras
Elegantes aviadores,
De Deuses, deveriam ter títulos,
Pois um dia conseguiram
Voar os sonhos de Ícaro
Dos automóveis
São eles restauradores
Com poses de doutores
Entendidos de seus motores,
Nos apresentam estas artes
Com orgulho, são seus amores
Trazem parte de nossa história
Com luta, mas com vitória
Nos enchem de emoção
E de saudade o coração,
Talvez até vaidade
De ver tão perto, tanta raridade
Senhores: piloto e antigomobilista,
Se percebem, não sou artista
Tão pouco, tenho manhas de poeta astuto
Mas, vos peço aceitem
Meus versos como tributo
Dois passeios do Clube do Fordinho, foram organizados por mim e por Ana Maria Maia, a São Luiz do Paraitinga, cidade histórica, situada entre Taubaté e Ubatuba.

O Governador Alckmin cumprimentando o Sr. Eugenio
No primeiro, em maio de 2003, os fordinhos participaram do desfile de inauguração da estrada de São Luiz do Paraitinga ao bairro de Catuçaba, distrito da mesma cidade, transportando o então Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, que recebeu placa comemorativa do evento, como homenagem do Clube do Fordinho, das mãos do seu diretor, o saudoso e brilhante Everardo Cosme.
No final da solenidade da inauguração, ao qual compareceram os senhores e senhoras do clube, vestindo trajes de época, foi fixado banner, com saudação ao Governador e aos fordinhos, em versos de Ana Maria Maia:
Nos caminhos percorridos
Os dois são conhecidos
Pela potência o motor
Por competência o Governador
Com merecido sucesso
Vem inaugurar o progresso
Pela postura e humildade
Receba de nossa cidade:
Obrigado Governador Geraldinho

Sócios do Clube do Fordinho vestidos com roupas de época
No segundo evento de São Luiz do Paraitinga, ocorrido em junho de 2004, como no primeiro de 2003, aconteceram a exposição dos veículos na praça e carreata pelo centro histórico da cidade, com os motoristas e esposas trajando vestimentas dos anos vinte e, na praça, realizadas as interessantes provas “da maçã”, da “marcha lenta” e “slalow”, consistindo em espetáculo para aos turistas e moradores.

Esposa dos sócios
Os eventos do Clube do Fordinho em São Luiz do Paraitinga foram importante atrativo para turistas e também empolgaram a população, que emocionada se manifestou pelo violeiro e improvisador Raul Pires da Rocha, com os versos:
SAUDADE DO FORDINHO
Da minha vida passada
Alembro do tempo meu
Da primeira condução
Que na cidade apareceu
Da jardineira tão linda
Que o povo viajava
E do fordinho vinte e nove
Que na cidade passeava
Quando o fordinho sumiu
Deu vontade de chora
Com ajuda do Geninho
Fez o Fordinho vortá
De alegria fico triste
Começo chora sozinho
Por saber que novamente
Nois pode ver o fordinho

São Luiz do Paraitinga 2004
Sr. Geninho X 1º RAID de Ubatuba
Em outubro de 2004, ocorreu o primeiro Raid de Ubatuba a sua cidade irmã, do Chile, Melipilla, situada a setenta quilômetros de Santiago, anunciado como passeio de autos antigos, de oceano à oceano, que, partindo de Ubatuba, iria até Viña Del Mar, na costa do Pacífico.
Para a organização e realização do evento, contou-se com o apoio da Federação Brasileira de Veículos Antigos, através de seu Presidente, José Aurélio Affonso Filho, a quem é creditado seu sucesso. A parte técnica e logística foi orientada pelo Dr. Francisco Asevedo, de Curitiba

Placa de idenificação dos veículos do 1º Encontro Internacional de Melipilla - Chile, feita pelo clube de Vehiculos de colecion de Mendoza
Participaram do Raid, eu com meu Chevrolet conversível 1950, tendo por companheiro o inesquecível Plínio Pastorelli, um dos fundadores do Clube do Fordinho, Milton Zupirolli e sua esposa Izabel, com seu Mustang 1975, Celso Augusto dos Santos e sua esposa Leandra com seu Chevrolet Opala 1972, estes de São José do Rio Preto, Dr. Francisco Asevedo, de Curitiba, com seu Volkswagen 1973, Moacir Smanioto e sua esposa Nadir, com sua Chevrolet Suburban 1950. Com automóveis de apoio, participaram da viagem Roberto Tsau e sua esposa Ju, de São José dos Campos, Lauro Tormem e sua esposa Ivanilde e Celso Nunes Moura e sua esposa Marli, de Chapecó.
De Ubatuba seguimos até Curitiba e de lá, em companhia do Dr. Asevedo, até Chapecó, de onde continuamos com os companheiros de São José do Rio Preto e, com os amigos de Chapecó, viajamos até São Borja/RS, na divisa com a Argentina, com parada em Ijuí, onde almoçamos com a simpática equipe da Classic Show.

Sr Eugênio e seus dois grandes amigos os saudosos Francisco Azevedo e Plinio Pastorelli - VALPARAISO - CHILE - 2004
Na Argentina, fizemos parada de pernoite em Santa Fé, Rio Cuarto e Mendoza, já na divisa do Chile.
Em Mendoza, fomos muito bem recebidos por Alberto Gimenez, Presidente do Clube de Vehiculos de Coleccion de Mendoza e Oscar Monge, do Clube de Autos Antiguos de Mendoza, com magnífica recepção: visita a vinha e adega do colecionador Eduardo Pulenta, “copetin” no melhor shopping da cidade e recepção no Parque Municipal, antes de partirmos para o Chile.
De Mendoza, acompanharam-nos para o Chile, vinte veículos antigos.
Ultrapassada a Cordilheira dos Andes, pela região do Pico do Aconcágua, em Santiago, fomos recebidos pelo Clube de Automoviles Antiguos de Chile, presidido pelo Dr. Felipe Amenabar Atria, com magnífico jantar e homenagem ao nosso companheiro Dr. Francisco Asevedo, que era sócio honorário do clube e muito considerado por todos, eis que já fizera anteriormente quatro viagens ao Chile, com seu Ford Modelo A.

Recebimento de troféu no Clube d Automóveis Antigos de Chile - Outubro 2004
Em Santiago, ainda visitamos as magníficas coleções de Jesus Diaz Martinez e Geraldo Kalbhen Behrens, que mantém legível em seu galpão a advertência dirigida aos antigomobilistas: “NO PIENSE QUE SU AUTO ES UM BIEN ECONÔMICO O UM AHORRO EM DIVISAS, GOSELO, USELO Y DISFRUTELO... ANTES QUE SUS HEREDEROS LO REMATEM.”
Na cidade de Melipilla, que é protocolarmente irmã de Ubatuba, participou o nosso grupo das festividades do aniversário da cidade, inclusive do desfile, juntamente com trinta e seis automóveis antigos dos sócios do Clube de Santiago, com os quais saboreamos lauto almoço oferecido pela Prefeitura.
De Melipilla, retornamos ao Brasil, sem nenhum problema, com a única alteração de substituir-se a parada de Rio Cuarto por pouso em Córdoba, onde visitamos uma exposição fechada de veículos antigos.

Paso Cristo Redentor - Divisa do Chile com Argentina - Cordilheira dos Andes
Nossa viagem mereceu reportagem na revista Classic Show, edição nº. 23, de 2005.
Sr Geninho X Museus
Em 2006, em parceria com empresários de entretenimentos turísticos, montou-se em Ubatuba, com a minha participação e de colecionadores da região, o Museu do Automóvel – Ubatuba, que já recebeu mais de sessenta mil visitantes.

Quanto aos antigos nacionais, verifica-se pouco interesse dos colecionadores por eles.
Porém, este desinteresse está sendo reduzido e a paixão pelos nacionais vem aumentando, graças ao movimento iniciado e mantido pelo ilustre Dr. Roberto Nasser, que instituiu a Fundação da Memória do Automóvel, mantém o Museu e promove retumbantes encontros de autos nacionais em Brasília.
Também não pode ser esquecido o Matos, de Brasília, que compareceu a encontros de todo o Brasil, com sua DKW - Vemaguete, semi-automática, incentivando as longas viagens com os “três cilindros”.
A preservação dos nacionais, para o antigomobilista, é dever cívico e patriótico.
- Sobre o 1º Rallye Sulamericano
Participei do primeiro Rallye Sulamericano, organizado pela FBVA – Federação Brasileira dos Veículos Antigos e pela FIVA – Federation Internacionale de Vehicules Anciens, em abril de 2005, em percurso de 1.100 quilômetros, pelos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Como se tratava de certame internacional, optei pelo Aero Willys 1968, que bravamente cumpriu o percurso.
Lamentavelmente, o segundo Rallye, esboçado para acontecer na Bahia não se realizou e espera-se que a nova direção da Federação Brasileira venha a concretiza-lo.

- Sobre o Museu Roberto Lee
O Museu Roberto Lee desapareceu, não pelo falecimento de seu idealizador, mas sim pelo descaso dos administradores públicos.
Após o falecimento de Roberto Lee, o acervo do Museu permaneceu, por muito tempo íntegro.
Insisti veementemente e repetidamente, com três prefeitos de Caçapava, onde estava localizado o Museu, para que fosse decretado o mesmo como bem de utilidade pública, para ser desapropriado.
Assegurei aos prefeitos que os recursos financeiros seriam obtidos do Governo Federal, do Estado, da própria Prefeitura e de particulares, pois foi assim que sobreviveu a coleção dos irmãos Stumpf, em Moulhouse, no norte da França.
A situação do acervo de Caçapava era mais favorável que a de Moulhouse, em que os proprietários do acervo estavam falidos e ainda por estar situado em excelente situação geográfica no vigoroso Vale do Paraíba e próximo da Via Dutra.

Sr. Geninho pronto para atuar em mini-serie da Globo
Geninho, essa foi a forma que o Portal AutoClassic encontrou de prestar uma homenagem em agradecimento por TUDO que você, grande antigomobilista fez está fazendo e com certeza fará pelo antigomobilismo em nosso país...
Parabéns... Que Deus te proteja e abençoe cada vez mais... Que você tenha muita saúde e alegrias para que nós, amigos e antigomobilistas possamos ter a honra de sua presença abrilhantando nossos eventos.
Um forte abraço,
Teresa Gago
Equipe Portal AutoClassic
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